31 de dezembro de 2011
30 de dezembro de 2011
28 de dezembro de 2011
Saio e volto a entrar. Arranjo-me e volto a sair. Sempre com pressa. Tropeço, caio, rasgo-me toda.
E nunca sei ao certo se me magoo, porque no fundo volto sempre a cair. É normal em mim. Sou eu assim. Em cada passo trocado encontro-me, invento e digo sempre a sorrir que sou assim.
Não me importo com as nódoas negras que a vida me vai deixando nos joelhos. Nem me incomoda as mãos arranhadas. Tenho as calças todas rasgadas e nem dou conta. Sempre com pressa de tropeçar noutra esquina. Sempre sem medo de me magoar, porque no fundo, nem sei ao certo se me magoo.
Já conheço o chão de cor. Já lhe sei o cheiro e gosto ou então gosto de fazer de conta que gosto, para não terem pena de mim quando me virem estendida no chão depois de mais um passo enganado.
Caio e levanto-me, só para mais tarde ter o prazer de cair outra vez. Vivo a tropeçar nas pedras, nos degraus, nas pernas dos outros e até mesmo nas minhas. Vivo a vida a lamber o chão, e finjo que gosto, e nunca sei ao certo se me magoo.
Já conheço o caminho de cor e salteado para todos os sítios que possa ir, mesmo assim não consigo não tropeçar. Deve ser uma das minhas manias de ir a dançar, essa minha mania de estar sempre a olhar para céu a ver o que lá se passa, deve de ser esta minha mania de me atirar para o chão e de fingir que não sofro, para fingir que sou FORTE. Às vezes, só mesmo para eu acreditar.
E nunca sei ao certo se me magoo, porque no fundo volto sempre a cair. É normal em mim. Sou eu assim. Em cada passo trocado encontro-me, invento e digo sempre a sorrir que sou assim.
Não me importo com as nódoas negras que a vida me vai deixando nos joelhos. Nem me incomoda as mãos arranhadas. Tenho as calças todas rasgadas e nem dou conta. Sempre com pressa de tropeçar noutra esquina. Sempre sem medo de me magoar, porque no fundo, nem sei ao certo se me magoo.
Já conheço o chão de cor. Já lhe sei o cheiro e gosto ou então gosto de fazer de conta que gosto, para não terem pena de mim quando me virem estendida no chão depois de mais um passo enganado.
Caio e levanto-me, só para mais tarde ter o prazer de cair outra vez. Vivo a tropeçar nas pedras, nos degraus, nas pernas dos outros e até mesmo nas minhas. Vivo a vida a lamber o chão, e finjo que gosto, e nunca sei ao certo se me magoo.
Já conheço o caminho de cor e salteado para todos os sítios que possa ir, mesmo assim não consigo não tropeçar. Deve ser uma das minhas manias de ir a dançar, essa minha mania de estar sempre a olhar para céu a ver o que lá se passa, deve de ser esta minha mania de me atirar para o chão e de fingir que não sofro, para fingir que sou FORTE. Às vezes, só mesmo para eu acreditar.
26 de dezembro de 2011
20 de dezembro de 2011
15 de dezembro de 2011
Prometo que nas férias vou tentar ser mais pontual blogzinhoo*
... mas até lá, amanhã vai ser a minha ultima noitinha aqui em Coimbra, este ano claro, e vais ser até ser dia, ehehe! :)
10 de dezembro de 2011
2 de dezembro de 2011
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